A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta quarta-feira a necessidade de ajustes para dar condições a um novo ciclo de desenvolvimento econômico e para que o país “continue a crescer de forma mais acelerada”.
– Ninguém faz ajustes por fazer ajustes, eu faço ajuste no meu governo como uma mãe, uma dona de casa faz na casa dela. Nós precisamos agora dar condições de a gente retomar um novo ciclo de desenvolvimento econômico – disse Dilma.
"Nós precisamos também fazer ajustes. Eu faço ajuste no meu governo como uma mãe, uma dona de casa, fazem na casa delas. Nós precisamos agora dar condições de a gente retomar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para gerar mais emprego, para assegurar mais renda e para fazer que o Brasil continue a crescer de forma acelerada", afirmou a presidente em discurso para famílias que recebiam as chaves das casas e políticos locais.
Nos últimos dias de 2014, o governo editou medidas para tornar mais rigorosas as normas de acesso a benefícios previdenciários. Além da pensão por morte, foi alvo das alterações o seguro-desemprego. A equipe econômica prevê economia de R$ 18 bilhões com as medidas.Após o evento de entrega das casas, Dilma voltou a tocar no tema ajustes em entrevista coletiva. Ela deu como exemplo a mudança nas regras para recebimento de pensão por morte.
"O que temos feito? Medidas corretivas. Pensão por morte, por exemplo. Nós não podemos deixar que uma pessoa, por mais que eu seja a favor do amor, em qualquer idade... Acho que todo mundo tem direito, até um minuto antes da inexorável morte, de ser feliz.. Mas tem casos absolutamente injustificáveis. Uma senhora de 78 anos se casa com um menino de 21. Ele não tem direito a receber uma pensão. Isso não existe em país nenhum do mundo", disse a presidente.
– Ninguém faz ajustes por fazer ajustes, eu faço ajuste no meu governo como uma mãe, uma dona de casa faz na casa dela. Nós precisamos agora dar condições de a gente retomar um novo ciclo de desenvolvimento econômico – disse Dilma.
"Nós precisamos também fazer ajustes. Eu faço ajuste no meu governo como uma mãe, uma dona de casa, fazem na casa delas. Nós precisamos agora dar condições de a gente retomar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para gerar mais emprego, para assegurar mais renda e para fazer que o Brasil continue a crescer de forma acelerada", afirmou a presidente em discurso para famílias que recebiam as chaves das casas e políticos locais.
Nos últimos dias de 2014, o governo editou medidas para tornar mais rigorosas as normas de acesso a benefícios previdenciários. Além da pensão por morte, foi alvo das alterações o seguro-desemprego. A equipe econômica prevê economia de R$ 18 bilhões com as medidas.Após o evento de entrega das casas, Dilma voltou a tocar no tema ajustes em entrevista coletiva. Ela deu como exemplo a mudança nas regras para recebimento de pensão por morte.
"O que temos feito? Medidas corretivas. Pensão por morte, por exemplo. Nós não podemos deixar que uma pessoa, por mais que eu seja a favor do amor, em qualquer idade... Acho que todo mundo tem direito, até um minuto antes da inexorável morte, de ser feliz.. Mas tem casos absolutamente injustificáveis. Uma senhora de 78 anos se casa com um menino de 21. Ele não tem direito a receber uma pensão. Isso não existe em país nenhum do mundo", disse a presidente.
A nova equipe econômica do governo tenta reequilibrar as contas públicas para recuperar a confiança dos investidores no país num difícil quadro de crescimento fraco e inflação alta.
Segundo a presidente, os ajustes são necessários para gerar mais emprego, para assegurar mais renda, e para fazer com que o Brasil continue a crescer de forma mais acelerada", disse.
Durante evento do Minha Casa Minha Vida, em Feira de Santana (BA), a presidente reiterou o compromisso com os programas sociais.

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